Preocupações da CNA<br>com solidariedade do PCP
O secretário-geral do PCP mostrou-se solidário com as preocupações expressas pelos dirigentes da Confederação Nacional da Agricultura, durante um encontro que teve lugar segunda-feira, no centro de do Partido na Rua Soeiro Pereira Gomes, em Lisboa.
Na reunião, pedida pela CNA – que está a apresentar aos partidos as conclusões do seu recente congresso, bem como as suas posições acerca do Plano de Desenvolvimento Rural do Governo e sobre matérias da Política Agrícola Comum, que vão estar em foco durante a próxima presidência portuguesa da UE - Jerónimo de Sousa esteve acompanhado pelos camaradas Agostinho Lopes e João Frazão, da Comissão Política do Partido.
Em declarações aos jornalistas, no final do encontro, o secretário-geral do PCP defendeu que, como o grupo parlamentar comunista solicitou na AR, o ministro da Agricultura deve ir ao Parlamento falar sobre as ameaças à agricultura familiar, a atribuição de verbas e apoios a um reduzido número de explorações, a possibilidade de concentração dos grandes grupos agro-alimentares e das grandes distribuidoras, a perspectiva de um abandono forçado da actividade por parte de muitos pequenos e médios agricultores.
Na reunião, pedida pela CNA – que está a apresentar aos partidos as conclusões do seu recente congresso, bem como as suas posições acerca do Plano de Desenvolvimento Rural do Governo e sobre matérias da Política Agrícola Comum, que vão estar em foco durante a próxima presidência portuguesa da UE - Jerónimo de Sousa esteve acompanhado pelos camaradas Agostinho Lopes e João Frazão, da Comissão Política do Partido.
Em declarações aos jornalistas, no final do encontro, o secretário-geral do PCP defendeu que, como o grupo parlamentar comunista solicitou na AR, o ministro da Agricultura deve ir ao Parlamento falar sobre as ameaças à agricultura familiar, a atribuição de verbas e apoios a um reduzido número de explorações, a possibilidade de concentração dos grandes grupos agro-alimentares e das grandes distribuidoras, a perspectiva de um abandono forçado da actividade por parte de muitos pequenos e médios agricultores.